Hey guys!! Hoje faz oito dias que estou aqui, e acreditem se quiser, parece que moro nesse lugar há anos. Como vocês sabem, estou usando um notebook emprestado, e o teclado e’ todo em inglês, então não me culpem caso tenha muitos errinhos no post. Outra coisa, também estou sem photoshop, então vai ficar bem simples quando tiver fotos anexas 🙁 sniffff..
 
Bom, voltando..
 
Desembarquei em NY as 9 da noite, e fui buscar minhas malas. Eu nem tinha chego na esteira, e ja vi Suzye (mami do Chris), Chris e Eddie me esperando. Chris segurava flores, Suzye chorava e Eddie filmava. Otimo. Lindo!
 
As malas demoraram para chegar, então aproveitei para falar sobre o voo (chato, e cansativo, bleh), e contar sobre a temida sala da imigração.
 
Quando sai do aeroporto que tive meu primeiro contato com o frio. Gente, sem noção, e’ uma coisa de louco.. acho que com o tempo a gente acostuma depois, mas o primeiro impacto e’ realmente assustador.
 
No caminho pra casa paramos no Mc Donalds para pegar algo rapido. Não sei se vocês sabem, mas americanos não tem o costume de comer em casa, então, não tinha janta.. Decidi por um mc wrap delicioso.
 
Depois de alimentada e quentinha no meu novo quarto, Chris me chamou no quarto dele para dizer que comprou algumas coisas para mim. A primeira caixa que abri, tinha uma luva fofa e uma meia quentinha que apenas tirei do pé quando o Chris tava ao ponto de surtar! 
Juro que antes de sair de casa no Brasil, pensei: preciso comprar uma luva.. e voila!
Depois, abri uma caixinha que tinha uma blusa de frio roxa e uma legging exatamente do meu tamanho. Como ele conseguiu acertar, nem imagino.,.
Ai, peguei a caixa maior. Ja dava pra saber que era de sapato, e quando abri tinha um sneaker branco e roxo!
 
A pedido do Chris, deixei o pacote maior e mais fininho por ultimo. Nem imaginava o que era, mas quando abri..
Da pra acreditar que quando a Bruna Vieira do blog Depois dos Quinze mostrou isso depois da viagem dela a Buenos Aires eu queria tipo MUITO? Pedi ajuda do Chris pra comprar, já que tava tudo em inglês.. A resposta dele foi que tinha esgotado o produto. Fiquei triste, mas ele disse que poderíamos encontrar outra coisa depois e … olha só! Ele disse que esgotou só para me dar de presente! Confesso que esse caderno de ilustração e’ muito inlove!

No dia seguinte, acordei bem preguiçosa por volta das 10hrs. Até me perguntei quando poderia ter neve, mas voltei a me concentrar na cama quentinha no mesmo instante. Quando finalmente levantei, A-DI-VI-NHA! Tinha uma mar branco no meu quintal. Sai correndo pela casa, dizendo que precisava ir na neve. A Suzye e o Chris acharam muito engraçado e ficaram rindo de mim enquanto eu me empacotava pra ir pro frio.

No próximo post vou contar pra vocês sobre o jantar de aniversário do Chris, e os meus primeiros micos, heheheheeheheheh.
12 Comentários

Você também poderá gostar de:

   Minha primeira amiga americana estava sentada com o notebook sozinha, no canto da sala de espera. Eu e a minha cara de pau, precisavam entrar em ação, já que a merda do telefone publico não funcionou ne!
Com aquele inglês bem fuleiro e com mímicas, soltei: _ 

Com licença, você e de onde? _ 
Oi, eu sou de Ohio. _ 
Não consegui usar esse telefone, e preciso ligar para uma pessoa de NY. Você pode me ajudar? 
Claro, pode usar meu telefone por uma hora, fique a vontade.

Ufa! Deu! Família avisada, chorei chorei e chorei, depois de desabafar o aperto que tinha acabado de passar.

Devolvi o telefone, e com a maior cara de pau do século, disse que estava viajando ha mais de 7 horas e precisava falar com a minha mãe no Brasil,mas meu WIFI não funcionava. Ela entregou o notebook pra mim e disse que eu poderia usar. Que fofa cute linda vem pra eu te abraçar bem forte!
Depois de ambas as famílias avisadas, postei no facebook que tava viva, e pronto. Conversei mais um pouco com a Laura, nos adicionamos no face, e eu me despedi. Tinha uma hora para comer, ir ao banheiro e atravessar o aeroporto atrás do meu portão de embarque. Puta merda, pra que tao longe Jesus?
Finalmente me localizei, mas quando cheguei na sala de espera, tinha um painel gigantesco avisando: FLIGHT TO LATE.
LEGAAAAAAAAAAAAAALLLLLLLLL!!!!

Mais uma hora e meia de espera ate o avião sair. No primeiro voo do Brasil ate a Carolina do Norte, serviram café e almoço, e gente, QUE DE LI CI A! No segundo voo não tinha nada. bleeh..
O vôo saiu 15 min antes do previsto no painel de atraso. Do meu lado, tinha um americano chamado Shon. (Nem sei se escreve assim, whatever..) Preciso falar dele,porque fiquei admirada. Não e fácil encontrar por ai caras de meia idade com cara de novo, casado e que se importa com a família como ele. Digo isso, porque pude perceber que nos dois celulares tinha a foto de uma baby fofa, enquanto ele trocava de tela entre um e-mail e outro. Pouco antes de eu dormir, vi que ele pegou um livro que ensinava educar crianças, e pelo que eu entendi, ele abriu numa parte que falava que o pai era o Herói da filha. Achei fofo. Ele poderia estar fazendo N coisas, mas estava ali, lendo sobre como ser um bom pai. Gente, fala serio, não é lindo?
Quando chegamos a NY, eu vi aquela cidade de cima. Acho que era Queens. Foi então que eu percebi o como somos egoístas e insignificantes. Cada luz La embaixo era uma casa. Tinha também dois campos enormes futebol americano. Fiquei olhando fixamente para não me permitir nunca esquecer daquilo. Acho que todo mundo tem que ter a oportunidade de olhar a vida de cima alguma vez. E encantador e lindo. Quando diziam que viajar
Finalmente pousamos em NY, e tava um frio DO CASSETE, tenho que dizer. Não sei quantos graus exatamente, mas tava lá perto do 0, com certeza. Quando fui buscar as malas, pude ver Suzye, Eddie e Chris. Os três estavam me esperando com flores e um sorriso no rosto. Não sabia quem chorava mais, eu ou Suzye, minha host mom. Jordyn, minha “irmã” não foi me buscar no aeroporto, e a outra filha, e casada, e estava com as crianças em casa. Cheguei as 21 horas em NY, mas pro meu corpo, o fuso horário era de mais três horas. Estava, literalmente, morta.
5 Comentários

Você também poderá gostar de:

Hey guys! Decidi começar por este aqui, já que eu vendi meu celular e meu notebook para viajar, então, não tinha câmera para tirar fotos no aeroporto e aquela coisa toda. Então, me perdoem, o primeiro post desse conto de fadas vai ficar assim, sem sal e sem foto. Mas eu coloco tempero depois, certo? 


Bom sai da minha cidade natal as duas da manha, no domingo. A ideia era passar a segunda toda viajando, e chegar por volta das 21 horas em ny. Cheguei no aeroporto de Guarulhos as 5 e meia da manha, e o voo era as 9. Meu irmão ficou comigo algum tempo e depois foi embora. Fora aquela espera chata, não aconteceu mais nada nesse período. Fui ao Starbucks e fiquei jogada no sofá, como uma boa menina educada que sou, ate o portão de embarque abrir. Quando eu estava indo pra fila, vi um monte de perfume, e yaaayyy, tive que entrar. Eu não conheço marca nenhuma, nem brasileira nem americana, mas gostei de um cheirinho de uma tal de Ninna Ricci. E pasme, tava 24 dólares. Well, esse e’ meu! Levei, fui pra fila, entrei no avião, e ah, finalmente posso relaxar, certo? ERRADO.


Ia viajar por 7 horas ate a Carolina do Norte, esperar duas horas e  então ir pra NYC. Tudo isso seria facilmente feito se não colocassem um brasileiro do meu lado, mais curioso que a minha mãe (BEIJO MAE). O caboclo falava, e falava, e falava, e falava. Eu devo ter aguentado por umas 3 horas, respondendo “muito aham, e’, verdade.. aham.. ” e o bonito não se tocava… Ate que eu não aguentei, hehehe.

_Você fala bastante ne?
_ Eu? Falo?
_ Sim. Fala. Será que vc pode ficar quieto só um pouquinho por favor?
Recado dado, recado entendido, depois disso só ouvi a voz do mocinho quando o avião pousou. Thank you!

Já na Carolina do Norte, ia começar o meu inferno. O tempo todo eu disse desde o visto que não conhecia absolutamente ninguém nos EUA, e ficaria 32 dias em ny sozinha, treinando meu inglês. Não me perguntem por que, o medo era tanto, que achei que a desculpa de turismo seria mais fácil. Grave erro. A primeira entrevista ele não ficou convencido com a  minha resposta, colocou meu passaporte no saco e me deu um numero. Falou pra eu pegar as minhas malas e ir pra essa sala. Pronto. Foi o que bastou pra eu ficar sem ar, e perceber que todo mundo tinha passaporte, menos eu. Cool, very cool.

Cheguei na outra sala e um asiático bonitinho (POREM UM FDP TENHO QUE DIZER), me chamou. A entrevista foi toda em inglês minha gente, se vc pensa que eles querem te ajudar, esta muito enganado. E’ tipo, se fode ai no inglês meu filho, se vira. E lá fui eu ne’..

Enquanto ele perguntava, eu respondia exatamente as mesmas coisas. Ia a NY passar 32 dias treinando inglês, estava de ferias da faculdade e do trabalho, não conhecia ninguém, tinha hotéis reservados, dinheiro e bla bla bla. Depois de tudo isso comprovando que eu voltava, ele ainda queria saber como a minha mãe deixava a filha dela viajar com 19 anos pra Nyc, sendo que e’ perigoso. Eu olhava pra ele tremendo inteira, mas minha mente só conseguia gritar: PUTA QUE PARIU QUE RAIO DE FALTA DE TEMPO E’ ESSA?? ME DA 3 MESES DE VISTO, ME DEIXA PASSAR E NUNCA MAIS VC VAI PRECISAR OLHAR NA MINHA CARA, %^#%$#%^#@.

Ai, apareceu outro fiscal, dessa vez loirinho, olhou minhas reservas, falou algo baixinho no ouvido do asiático. O cara se virou, olhou pra mim e disse, ok, pegue suas malas e vai por ali. Imediatamente fiz isso, sem olhar o passaporte, pensando, e agora? É sim ou não? Nem cheguei nos EUA e já to odiando, bleeh..

Passada a porta do sufoco, ufa! Eu tinha um passaporte com um visto, porem, como alegria de pobre dura pouco, pouquíssimo, era de 31 dias. COOOOLLL!! VALEU ASIATICO!

Mais não podia reclamar ne?
Fui para a outra parte do aeroporto, comprar fichas pra ligar pra minha família americana e avisar que eu tinha passado a imigração. Gastei dois dólares pra nada, maldito telefone estranho. Não dava pra ligar naquilo gente, serio! Foi então, que uma alma boa apareceu. O nome dela era Laura. Minha primeira amiga americana.

1 Comentário

Você também poderá gostar de: