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Como a maioria de vocês sabem, semana passada eu fiz uma tatuagem nova. Essa é a quinta em pouco mais de um ano. Será que eu preciso me controlar? hahahaha. Mas falando sério, é a minha primeira tatuagem, digamos, grande. Confesso que ainda é bem estranho me olhar no espelho e ver ela no meu braço. Não consegui me acostumar, as vezes esqueço e quando vejo foto antiga é como se não fosse eu. Mas o importante é que eu gostei bastante e que cada uma das minhas queridinhas contam uma história e uma fase da minha vida.

Foram mais ou menos 4 horas e meia de trabalho e doeu bastante. No final eu já não suportava mais, estava bem sensível e só de tocar eu sentia bastante dor, tanto que eu ia fazer uma outra no mesmo dia e decidimos adiar porque eu tava de saco cheio hahahahaha. No final, tudo valeu a pena!  (lingua)

Confira algumas fotos e depois você pode assistir o vídeo e rir das minhas caretas de dor hahaha:

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Agora da o play:



 

Se você vier a Phuket e quiser fazer uma tatuagem eu indico o Jane, a mesma pessoa que fez a minha. Ele faz tanto com máquina quanto com bamboo e é alguém com uma ótima energia. Quando eu pensei que o trabalho tinha acabado ele ficava analisando por alguns instantes e sempre tentando melhorar ou sugerindo uma mudança. Confesso que eu tava morrendo de medo antes mas depois me surpreendeu! (mega feliz)

Eaí, gostou? Você tem ou quer fazer uma tatuagem grande? Riu de mim no vídeo? Pode contar, até eu ri! hahaha Beijo!

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Como a maioria de vocês sabem, semana passada eu fiz uma tatuagem nova. Essa é a quinta em pouco mais de um ano. Será que eu preciso me controlar? hahahaha. Mas falando sério, é a minha primeira tatuagem, digamos, grande. Confesso que ainda é bem estranho me olhar no espelho e ver ela no meu braço. Não consegui me acostumar, as vezes esqueço e quando vejo foto antiga é como se não fosse eu. Mas o importante é que eu gostei bastante e que cada uma das minhas queridinhas contam uma história e uma fase da minha vida.

Foram mais ou menos 4 horas e meia de trabalho e doeu bastante. No final eu já não suportava mais, estava bem sensível e só de tocar eu sentia bastante dor, tanto que eu ia fazer uma outra no mesmo dia e decidimos adiar porque eu tava de saco cheio hahahahaha. No final, tudo valeu a pena!  (lingua)

Confira algumas fotos e depois você pode assistir o vídeo e rir das minhas caretas de dor hahaha:

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Agora da o play:

Se você vier a Phuket e quiser fazer uma tatuagem eu indico o Jane, a mesma pessoa que fez a minha. Ele faz tanto com máquina quanto com bamboo e é alguém com uma ótima energia. Quando eu pensei que o trabalho tinha acabado ele ficava analisando por alguns instantes e sempre tentando melhorar ou sugerindo uma mudança. Confesso que eu tava morrendo de medo antes mas depois me surpreendeu! (mega feliz)

Eaí, gostou? Você tem ou quer fazer uma tatuagem grande? Riu de mim no vídeo? Pode contar, até eu ri! hahaha Beijo!

ELFNT[:]

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Há alguns meses eu fiz um post com dicas para aprender inglês em casa e contei um pouquinho mais dos métodos que eu costumo usar. Mesmo seguindo as minhas próprias dicas, depois de um tempo, eu passei a sentir falta de alguma coisa. No Estados Unidos eu tinha contato frequente com o inglês, claro, mas quando me mudei pra Tailândia a coisa complicou: aqui eles até falam, mas de uma forma bem mais simples e prática. Ou seja, tudo que eu havia aprendido na terra do tio Sam estava em risco, e em pouco tempo, eu provavelmente esqueceria. De tudo isso eu só tinha certeza sobre uma coisa: eu precisava praticar! E precisava praticar com alguém que entendesse do assunto, ou melhor, falasse um inglês correto. Engatei a pesquisar fóruns, grupos no facebook e site para jogar conversa fora com nativos americanos, e foi aí que eu conheci a The Talk List!

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A ideia da The Talk list é ensinar de uma forma prática e divertida, acoplado ao preço baixo. Eu já comentei milhões de outras vezes em posts passados que eu sou aquele tipo de pessoa que detesta sentar e estar um livro por horas. Simplesmente não funciono! Me sinto sob pressão e acabo desistindo. Quando morei no EUA, tudo, absolutamente tudo que eu aprendi foi conversando com nativos e assistindo televisão, ou seja, prática ao invés de leitura e foi por isso que eu me senti tão bem quando fiz minha primeira aula online. Você seleciona o tutor que se encaixe melhor no seu perfil, no meu caso, eu selecionei uma pessoa que falava português para me sentir segura caso surgisse uma dúvida maluca que eu não soubesse explicar em inglês mesmo! É possível, também, escolher o tema que você quer falar (adivinha o que eu escolhi? viagem, dãaa!). Não é necessário seguir um cronograma da empresa e, caso você faça o tipo que só funciona estudando via livro, não se preocupe, tem lugar pra você também: Você pode solicitar ao tutor para te ajudar nas tarefas, responder os exercícios e tirar dúvidas!

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Graças ao mundo tecnológico de hoje em dia nós podemos otimizar nosso tempo de acordo com as tarefas. Antigamente eu precisava viajar 30km até minha antiga faculdade, mas hoje já é possível fazer facul online. Com curso de inglês não poderia ser diferente! As vezes a gente nem tem tempo suficiente para se locomover, mas tem meia hora durante o almoço, não é? Um dos benefícios é exatamente essa facilidade. Outra coisa é a flexibilidade de aprender brincando e conversando sobre assuntos do seu interesse: o foco é aprender a língua da forma como ela é realmente falada e não daquele jeito metódico que os livros ensinam, e que provavelmente, você pode se comunicar de uma maneira mais fácil. Então pra que aprender do jeito mais difícil antes, não é mesmo? E por último, mas não menos importante, você escolhe o valor dos créditos que pode pagar a partir de 5 dólares.

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A primeira aula é totalmente grátis e você vai ter a oportunidade de testar a plataforma antes de tomar uma decisão definitiva. Para começar é bem fácil, só preencher o cadastro, e assim que a sua dashboard (painel) abrir você pode escolher um tutor de acordo com a sua preferência. Há campos para preencher a língua nativa, língua secundária, disponibilidade de horário, preço, etc. Depois, é só agendar a aula no melhor horário para você e aguardar. Todos os seus passos dentro do site serão documentados via email, e você receberá uma notificação para começar sua aula. Assim que a janela abrir há um tempo de espera, cerca de 3 minutos, para que o tutor/estudante fiquem prontos, e também para verificar erros de conexão. Caso você tenha algum problema o próprio site devolve seus créditos (ou sua aula gratuita) para que você tente novamente, ou seja, você não perde nada, mesmo se a sua internet não colaborar!

A sua aula funciona basicamente como um skype. Uma janela de vídeo irá abrir e ao lado um pequeno chat. É possível enviar imagens durante a conversação, e dentro da mesma janela há uma opção de tradutor para que você e seu professor consultem, entre outras coisas. Cada aula tem duração de 25 minutos, e gente, passa voandoooo!!! Há um contador na sua janela de aula e você poderá saber quando vai acabar. Caso reste alguma dúvida, você pode consultar esse vídeo aqui onde ensina na prática como usar o site. Estarei disponível nos comentários também. É bem fácil, não se preocupe!

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O pagamento é outra facilidade na The Talk: não há contrato! Ou seja, você pode fazer uma aula hoje e apenas por ela. Se amanhã ou depois você se apertar nas contas e não puder pagar mais, não há problema, você não precisa arcar com contratos ou multas. Para fazer as aulas você compra os créditos via cartão de crédito ou paypal e nenhum valor será cobrado a mais caso você precise parar  por um tempo. O lance é simples: pagamento a cada aula!

Ufa! Quanta coisa! Mas calma que esse é só o começo! Eu ainda estou fazendo as minhas aulas, que aliás, vão até abril, mas quando tudo acabar eu volto aqui em forma de vídeo pra contar um pouco mais sobre o meu progresso e tirar possíveis dúvidas, tá? Agora me contem vocês: vão fazer a aula grátis? Vocês estudam inglês? Quais são os seus métodos? Compartilha com a gente e vamos ajudar as outras leitoras interessadas no assunto!

Visite a The Talk List e faça sua aula grátis! 

ELFNT

 

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foto: aqui

Enquanto muita gente diz que quem vive de passado é museu, eu sou da opinião de que o passado pode nos ajudar e que jamais devemos nos esquecer dele. Por alguns anos da minha vida meu único pedido era esquecer que vivi certas coisas para que a dor pudesse ir embora. Mas hoje eu vejo que se eu esquecesse de quem eu fui ou do que eu passei, jamais seria quem eu sou hoje.

Eu, Larissa, nunca fui  alguém popular e cheia de amigas. Sempre achei que o problema não era comigo, e sim com as outras meninas da escola que eram egoístas e chatas demais pra abrirem um espaço pra mim na turma delas. Por muito tempo eu jurava que não sabia exatamente o POR QUÊ eu era a excluída.

Quando fui para o Eua no ano passado muita coisa mudou em poucos meses. Por dentro e por fora, mas principalmente por dentro. Eu sabia que esse tipo de coisa iria acontecer, afinal, quando a gente sai de casa, conhece outra cultura e passa perrengue, somos obrigados a mudar, né? Com o blog eu comecei a receber mensagens cheia de carinho de gente que eu nunca vi na vida, mas que dizia que eu tinha ajudado de alguma forma com os meus textos e um pouco de atenção no chat do facebook. Fiz um montão de amizade e tudo isso além de incrivel era muito novo pra mim!

Até que semana passada fiquei revirando meu facebook, olhando fotos, posts e mensagens antigas, e foi ai que eu me dei conta do porque eu era sempre a última escolhida nos trabalhos em grupo. Enquanto eu lia aquelas coisas senti um nojo gigantesco de mim. Tenho que confessar que a Larissa do presente sentiu uma vontade enorme de dar uma surra na Larissa do passado, e para aqueles que me aguentam desde aquela época, ai vai o meu muito obrigada; Eu sabia que eu era chata e, por falta de melhor palavra, bem cuzona com os outros, mas eu não me lembrava que eu era TÃO ruim. Me senti péssima por saber que magoei tanta gente e (ainda) não consegui o perdão de todas elas. Não que isso justifique o erro, mas tenho pra mim que nós somos o reflexo daquilo que temos em casa e do que vivemos. Eu não era assim porque queria, mas porque foi o que eu aprendi a ser. No fundo, bem lá no fundo, existia alguém melhor do que aquilo que eu mostrava ao próximo.

Lembra o que eu disse sobre a importância de não esquecer o passado? Pois então, agora uso ele como lição para não errar mais, ou pelo menos, tratar o próximo melhor. Com mais carinho, cuidado e médias palavras. Posso não me orgulhar de quem eu fui, mas com certeza me orgulho de quem eu sou. É o que eu costumo dizer: você já sabe onde esteve, agora precisa olhar pra frente!

Agora eu te pergunto: você tem orgulho ou vergonha do seu eu do passado?

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